Quando vier a morte , na qual passaremos a ser apenas o pó da terra inexistirá também a dor! Todas as dores. As físicas e outra menos objetivas como a das traição, desconfiança ,inveja e ingratidão. Também outras tantas como a de nos sentirmos menores por não estarmos com uma bolsa de grife ou aquela gravata exibida pelos milionários e seus carrões naqueles eventos nos quais os vinhos tintos tem gosto de sangue! Quando vier a morte seremos apenas luz projetada no infinito do espaço. Só em pensar que nos livraremos dessas injustiças sociais que, no Brasil caracteriza-se pelo absurdo de que apenas algumas poucas centenas de pessoas privilegiadíssimas possuem tanto quanto o resto da população ou olhando para fora do país vermos um continente africano considerado pelas grandes nações simplesmente como o vaso sanitário da humanidade, não precisaremos mais torce o nariz. Nos livraremos das teorias hipócritas de gente acumuladora de riquezas que vive para subtrair do outro a comida que mataria a fome de toda uma família necessitada e que por essa maldade não demonstram nenhum pudor ou sentimento de vergonha, muito menos de culpa! Sabem o quanto desqualificados são! Inconscientes plenos de que suas vidas abjetas apenas se alimentam das doentias obsessões de acumularem nos bolsos as moedas que, não irão lhes aliviar em nada no momento da morte, inclusive daquele insuportável odor de uma carcaça de animal morto e agora em estado de putrefação. Mesmo que trancafiados em seus esquifes forjados em ouro puro, lá dentro estará um ser que escarrou na cara da decência humana. Não interpretem que é impossível haver nas bilionárias riquezas de pouquíssimos homens o real mérito por terem trabalhado e conseguido vencer dentro da ética de suas ações. Porém se apostarmos o contrario as chances de acertarmos será bem maior! Então, vamos viver livres e sem obstinações de que vale-tudo para vencer na vida e acumular riqueza. O seu semelhante vale todas as riquezas do mundo, proteja e cresça com ele, não o anule nem passe por cima das suas cabeças. Cultivemos esse sonho. Livremente optemos pela ética de que todos possam crescer e coletivamente alcançar os direitos fundamentais que toda pessoa humana merece. E aqui destaco as palavras de Gaston Bachelard um filósofo e poeta francês ao afirmar:
























